Cliente
- Contato criado
- Tag adicionada ao contato
- Tag removida do contato
Automações
Escolha o que dá início, encaixe as condições e as ações, e deixe rodando. Sem código, sem depender de alguém lembrar — e com o histórico de tudo que aconteceu.
Como se monta
Toda automação começa por um acontecimento só — um negócio que parou, um formulário respondido, uma tag aplicada. Dali em diante você arrasta os blocos da paleta e liga um no outro, na ordem em que a coisa deve acontecer.
Um bloco espera. Outro corta o fluxo quando não vale a pena continuar. Outro abre dois caminhos. É a mesma conversa que você teria explicando o processo para alguém novo no time, só que desenhada.
Esquema de exemplo, montado só com blocos que existem no produto.
Gatilhos
Os gatilhos são organizados pela origem do acontecimento. Dois deles não esperam evento nenhum: o Vintor varre todos os dias atrás de follow-up vencido e de chamado velho.
Ações
As ações mexem no seu CRM e falam com o seu cliente — não é só mandar notificação interna. A automação cria negócio, troca responsável, escreve no cadastro e conversa no WhatsApp.
Mensagem com nome
No WhatsApp e no e-mail você insere os dados do disparo direto no texto. Eles viram o valor real na hora do envio.
Uma automação disparada por “contato criado” não tem negócio nenhum em mãos. Se o texto pedir o valor do negócio ali, o passo falha e aparece no histórico.
É a decisão consciente: melhor o erro ficar visível para você do que o seu cliente receber uma mensagem começando com “Olá, !”. Automação que erra em silêncio custa mais caro do que automação que para.
Antes e depois de ligar
O medo legítimo de automatizar é mandar a coisa errada para muita gente de uma vez. Por isso dá para ensaiar antes, e por isso todo disparo deixa rastro.
A execução de teste percorre o fluxo inteiro e grava, passo a passo, o que cada bloco FARIA — “mandaria no WhatsApp: …”, “criaria o negócio …”. Ninguém recebe mensagem, nenhum negócio é criado.
Cada disparo fica registrado com o que entrou, por onde passou e onde parou. Não é um “deu erro” genérico: é o bloco exato, com a mensagem do erro.
Falhou por causa de uma conexão fora do ar? Corrija e mande rodar de novo aquele disparo, sem precisar esperar o gatilho acontecer outra vez.
Antes de desistir, o passo é repetido algumas vezes automaticamente. Falha momentânea de rede não vira automação quebrada.
A lista de automações mostra o estado do último disparo de cada uma, então uma automação que parou de funcionar aparece sem você ir procurar.
Copie uma automação que funciona e altere a cópia. O fluxo que está rodando em produção não é cobaia.
Para começar
Negócio parado 3 dias em “Proposta” → filtro por valor → mensagem no WhatsApp
O vendedor não precisa lembrar de cada negócio. O follow-up sai no prazo, e só para quem vale o esforço.
Resposta de formulário → criar contato → criar negócio → notificar o responsável
Da página ao funil sem ninguém copiar e colar, com o vendedor avisado enquanto o interesse está quente.
Negócio ganho → aguardar 7 dias → e-mail de boas-vindas → aplicar tag
A comemoração da venda vira processo: quem fechou recebe o próximo passo sem depender de memória.
Tag “esfriou” aplicada → aguardar 2 dias → acionar agente de IA
A automação escolhe a hora; o agente conduz a conversa e devolve para o time quando der sinal de vida.
Ligação com o resto
Cada automação com gatilho de webhook ganha um endereço próprio, com um token secreto. O sistema que já está rodando na sua empresa manda os dados para lá e o fluxo começa.
Cada automação tem o seu, e você pode gerar um novo quando quiser.
Folgado para uso real e apertado o bastante para conter laço infinito.
A resposta é a mesma com a automação ligada ou pausada — quem chama de fora não descobre o seu estado interno.
Dúvidas
Crie a conta, monte um fluxo e rode o teste antes de ligar.
Começar de graçaSem cartão de crédito.